JPG: o veterano das fotografias
O JPG usa compressão com perda baseada em blocos de 8x8 pixels, descartando detalhes que o olho humano percebe menos — por isso fotos encolhem tanto sem mudança visível. É o formato mais compatível do planeta: abre em qualquer dispositivo, editor, navegador e sistema, sem exceção.
As limitações: não tem transparência (o fundo transparente vira cor sólida) e cada vez que você salva um JPG sobre outro JPG, a qualidade cai um pouco mais. Use para fotografias finais, quando a compatibilidade máxima importa mais que o menor peso possível.
PNG: nitidez total para gráficos
O PNG usa compressão sem perda: cada pixel é preservado exatamente, o que o torna perfeito para logos, ícones, gráficos com texto e qualquer imagem com transparência. O preço dessa fidelidade é o tamanho — fotos em PNG podem pesar 5 a 10 vezes mais que o mesmo conteúdo em JPG.
Use PNG quando a nitidez de bordas e textos for crítica ou quando precisar de fundo transparente. Evite para fotografias: é o erro mais comum e mais caro em termos de peso.
WebP: o melhor dos dois mundos
Criado pelo Google, o WebP oferece compressão com perda 25–35% mais eficiente que o JPG e também um modo sem perda que rivaliza com o PNG — incluindo suporte a transparência. Na prática, é a escolha que entrega o menor arquivo na maioria dos cenários web.
A compatibilidade já não é problema: todos os navegadores modernos abrem WebP há anos. Só prefira JPG quando o destino for um sistema muito antigo, um editor específico ou um fluxo de impressão que exija o formato clássico.
Como decidir em 30 segundos
Pergunte-se duas coisas: a imagem é foto ou gráfico? Fotos vão de WebP (ou JPG por compatibilidade); gráficos com texto e transparência vão de PNG ou WebP sem perda. Segunda: onde será exibida? Web moderna aceita WebP sem medo; e-mail marketing e sistemas legados pedem JPG ou PNG.
Na dúvida entre dois, teste os dois: o compressor da CubTools recalcula na hora ao trocar o formato, e os cartões mostram exatamente quantos KB cada opção pesa. Decisão baseada em número, não em achismo.
O que cada formato preserva além dos pixels
Formatos carregam mais que imagem: o JPG costuma preservar dados EXIF (câmera, data, até GPS), o que pode ser útil ou um problema de privacidade dependendo do caso. O PNG guarda informações de transparência e pode incluir perfis de cor para fidelidade. O WebP, focado na web, descarta a maioria dos metadados por padrão.
Na prática, isso significa: se você precisa provar autoria ou data de uma foto, o JPG original é o documento; se vai publicar e se preocupa com privacidade, a conversão para WebP limpa os rastros automaticamente. Entender essa camada invisível evita surpresas — como vazar sua localização ao postar uma foto aparentemente inocente.
Perguntas frequentes
WebP é aceito em todos os navegadores?
Em todos os modernos (Chrome, Firefox, Safari, Edge) há anos. Só sistemas muito antigos podem ter problema — aí use JPG.
Posso converter PNG com transparência para JPG?
Pode, mas perde a transparência: o fundo vira uma cor sólida. Para manter a transparência com arquivo leve, use WebP.
Qual formato pesa menos para fotos?
WebP, geralmente 25–35% menor que o JPG equivalente. Para fotos, é a melhor escolha quando o destino aceita.
JPG perde qualidade toda vez que salvo?
Sim, se você salvar um JPG sobre outro JPG repetidamente. Por isso edite sempre a partir do original e exporte o JPG uma única vez no final.